Política
O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Marcos Antônio Amaro, disse, em entrevista à CNN que será exibida neste sábado (8), que preferiria que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) estivesse na pasta comandada por ele e não na estrutura da Casa Civil, cujo ministro é Rui Costa. O militar ressaltou, entretanto, que não pleiteia o retorno da Abin ao GSI neste momento.
“Para mim, ficaria melhor, mais fácil estando a Abin no GSI. Agora, não pleiteio, porque a decisão foi tomada. É uma questão que quando o presidente ou a Casa Civil voltarem a discutir o assunto, nós colocaremos a nossa posição”, declarou Amaro.
Ele explicou que “várias das atribuições [do GSI] são melhor resolvidas com a participação da Abin”. A saída da Abin do gabinete ocorreu após os atos de 8 de janeiro de 2023; em março, o presidente Lula decidiu que a Abin ficaria na Casa Civil.
Mensagens divulgadas mostraram que o então chefe do GSI, general Gonçalves Dias, foi alertado pela agência sobre o risco de invasão à Praça dos Três Poderes, mas minimizou os alertas e não acionou a Forças Armadas.
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