Política

Gleisi detona Selic alta, mas diz que Galípolo está sem alternativa: 'Péssimo para o país'

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Aumento da Selic para 13,25% gera preocupações sobre a economia, com críticas de Gleisi Hoffmann sobre a falta de justificativa econômica.  |   Bnews - Divulgação Divulgação

Publicado em 30/01/2025, às 08h50 - Atualizado às 08h51   Yuri Pastori



O aumento de 1 ponto percentual na taxa básica de juros do país (Selic) de 12,25% para 13,25% ao ano, na última quarta-feira (29), pelo Comitê de Política Monetária (Copom), parece ter irritado a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, que caracterizou como "péssimo para o país", conforme noticiou o portal Metrópoles.

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“Vai tornar mais cara a conta da dívida pública, sufocar as famílias endividadas, restringir o acesso ao crédito e o crescimento da atividade econômica”, escreveu no X.

O aumento já estava definido desde a última reunião do Copom, em dezembro de 2024. Hoffmann, que está cotada para assumir cargo no governo Lula, poupou o novo presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo.

“Neste momento sabemos que não resta muita alternativa ao novo presidente do BC, Gabriel Galípolo. Restam desafios para reposicionar as expectativas do mercado e a orientação da instituição que dirige”, continuou.

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