Política

Governador celebra apoio de prefeitos do União Brasil e minimiza federação com o PP: “Eu vou trabalhar até a última hora”

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Jerônimo Rodrigues reafirma compromisso com prefeitos, enfatizando a importância da confiança e acolhimento em sua gestão.  |   Bnews - Divulgação Deivid Santana / BNews
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 26/03/2025, às 13h57 - Atualizado às 13h58



O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), fez questão de agradecer aos prefeitos do interior do Estado, mesmo aos filiados a partidos de oposição à sua gestão como o União Brasil. Em entrevista coletiva durante o lançamento do novo edital do programa Corra pro Abraço, o petista agradeceu o apoio e prometeu àqueles que precisarem de apoio.

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“Eu tenho recebido prefeitos e visitado municípios com a intenção de levar a política. Mas é claro que eu agradeço quando um prefeito diz que tenha sintonia conosco, tem a confiança em nós. Sabe que nós, além de levarmos obras, serviços, a gente tem acolhimento. A gente não abandona as pessoas, nem aqueles que acompanharam a gente na política, nem aqueles que estão dizendo: ‘eu quero caminhar com você, governador’”, disse o governador.

“Eu não estou com aquela ganância de fazer as coisas sem pensar. Nós estamos fazendo a coisa com a intenção de levar políticas e está coincidindo que as pessoas compreendem. Não é ninguém se vendendo, não é isso. Não há ninguém comprando ninguém. É a identidade que acontece na política”, acrescentou.

Jerônimo Rodrigues ainda comentou sobre o avanço das negociações da federação entre o União Brasil e o Partido Progressistas (PP). O governador vinha negociando com o PP para que a sigla apoiasse o seu governo. Apesar do avanço da federação, o petista garante que não desistiu das tratativas.

“Eu vou trabalhar até a última hora. Se tiver condições de que o Lula tenha o apoio do União Brasil e do PP, vai acontecer cá embaixo. Eu sei que na política ela é verticalizada. Se lá em cima o presidente Lula necessitar do apoio do União Brasil e do PP, é em cima de um projeto, é de uma plataforma política. Aí eu vou ter que também me resolver aqui”, afirmou.  

“Se o movimento do PP, que já caminha conosco os deputados estaduais e dois federais. Já é muito mais fácil. Eu tenho dito sempre: aqui na Bahia, nós do governo, nós do nosso grupo político Nós queremos o apoio e a companhia e a parceria do PP. Se não der certo por motivações nacionais, entenderemos. Vamos continuar vendo o que fazer com os deputados e os prefeitos que são do PP. Não serão desabrigados, não serão. Nós queremos fazer com que isso aconteça de uma forma de confiança e verdadeira”, concluiu.

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