Política

Governador nega imposição na escolha de novo secretário da Secom: “É um nome de Jerônimo”

Carolina Papa / BNEWS
Marcus Vinicius di Flora foi anunciado nesta segunda-feira (31), como novo titular da Secom  |   Bnews - Divulgação Carolina Papa / BNEWS


O governador Jerônimo Rodrigues (PT) negou que a nomeação do novo secretário de Comunicação da Bahia (Secom-Ba), Marcus Vinicius di Flora, tenha sido uma imposição de um de seus aliados. 

A demora no anúncio do titular da Secom é atribuída a uma disputa entre o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, que tentaram emplacar nomes na pasta. Os publicitários Cid Andrade e João Dude chegaram a ser cogitados, mas supostos vetos da dupla petista impediram a nomeação.

“Todos os nomes que vocês estão me vendo nomear, são os meus nomes. Não está havendo imposição. Tenho ouvido bastante que Rui, Wagner, Otto, outros partidos, meu gabinete, mas não, é um nome de Jerônimo. Por mais que alguém possa querer colocar uma placa, um nome de alguém, não é. A indicação de Marcus é uma indicação do governador Jerônimo e eu tenho conversado com ele e colocado algumas questões de como a gente desenha o estado da Bahia com uma forma de comunicação inovadora, atual e a experiência dele com o governo e como consultor da área de pesquisa, e as relações que ele tem e teve com agências, dá a ele a capacidade de responder as demandas do tamanho que estamos colocando agora para a comunicação do governo do estado da Bahia. A nomeação de Marcus é do governador Jerônimo”, frisou Jerônimo.

“Foi uma escolha dentro do alinhamento de gestão, de capacidade técnica na área de comunicação, mas também casado com conhecimento e relacionamento político”, acrescentou o governador. 

Marcus Vinicius di Flora foi anunciado nesta segunda-feira (31), como novo titular da Secom. A pasta era gerida de forma interina por Luciano Suedde desde a saída do então titular André Curvello, em dezembro de 2024.

Ele é mineiro, sócio-diretor da Maratea Comunicação e Ideias e possui longa carreira dentro da comunicação política. No marketing político, atuou como consultor e coordenou a execução de pesquisas eleitorais para campanhas de Lula, em 2002, Dilma, em 2010, e Fernando Haddad, em 2018.

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