Política

Governo dos EUA escolhe Alckmin como gesto de "boa vontade"; entenda

Marcelo Camargo/Agência Brasil / Arquivo
Governo dos EUA avaliam a retirada da taxação de alguns itens caso seja aberto um diálogo com Geraldo Alckmin  |   Bnews - Divulgação Marcelo Camargo/Agência Brasil / Arquivo
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 06/08/2025, às 19h35



Emissários dos Estados Unidos (EUA) estão em busca de um gesto de “boa vontade” do Brasil diante do tarifaço imposto por Donald Trump aos produtos brasileiros. Agora, a expectativa de políticos norte-americanos é que o vice-presidente, Geraldo Alckmin, viaje ao país para negociar os imbróglios. 

De acordo com informações da jornalista Raquel Ladim, do UOL, os EUA tem mostrado postura firme e se recusam a recuar na pressão política feita às autoridades brasileiras para que o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por envolvimento na trama golpista seja encerrado. Para o governo brasileiro, a avaliação é que “não é possível negociar soberania”. 

Segundo o portal, nos bastidores, é informado que os negociadores americanos informaram ao Brasil a possibilidade de excluir a taxação de 50% de alguns itens da lista de produtos que não são feitos nos Estados Unidos (EUA) como: carnes, pescado, café ou manga.

Segundo emissários de Washington, a retirada das taxas só seriam feitas caso Alckmin ou o secretário-executivo, Márcio Elias, promovessem uma reunião com o governo dos EUA. Foi sinalizado também que, além de não recuar na pressão política, os Estados Unidos podem intensificar as ações. 

Em meio ao impasse comercial, a gestão de Donald Trump tem recebido reclamações das redes de fast food diante do aumento dos custos. 

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp Google News Bnews


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)