Política
Com o objetivo de conter os efeitos de mais uma crise com o eleitorado evangélico após o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, o governo federal começou a pensar uma estratégia. Integrantes do Palácio do Planalto avaliam que as críticas a setores conservadores provocaram um desgaste na imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com esse público.
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No desfile, os evangélicos foram retratados em fantasias de “latas de conserva”. Na ala, batizada de “neoconservadores em conserva", a fantasia de lata, representava uma família tradicional, composta por um homem, uma mulher e os filhos. Os adereços dos componentes faziam referência ao agronegócio, a uma mulher de classe alta, aos defensores da ditadura militar e aos evangélicos.
A avaliação interna é que, apesar do desfile não ter sido organizado pelo governo, a oposição fez uma associação política nas redes sociais e em discursos públicos, o que ampliou a resistência de líderes religiosos e fiéis, especialmente de igrejas de perfil mais conservador.
Ações para reforçar a interlocução com parlamentares da bancada evangélica e com lideranças religiosas estão sendo discutidas pela Secretaria de Comunicação (Secom) e pela articulação política do Planalto, conforme noticiou a Band.
Agendas específicas com pastores, participação em eventos do segmento e a ampliação de pautas voltadas a políticas sociais que dialoguem com os mais conservadores estão sendo pensadas.
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