Política

Homem agredido em vigília pro-Bolsonaro faz parte de grupo político de Janja

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Ismael Lopes soma mais de 65 mil segudores nas redes sociais onde compartilha conteúdos políticos e religiosos  |   Bnews - Divulgação Reprodução/redes sociais
Héber Araújo

por Héber Araújo

Publicado em 23/11/2025, às 12h04 - Atualizado às 12h29



O militante evangélico Ismael Lopes, que foi agredido durante uma vigília ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), realizada no sábado (22), é integrante do grupo intitulado “Frente Evangélica pelo Estado de Direito”. A associação política, tem como um de seus membros a primeira-dama Rosangela Silva, mais conhecida como Janja.

O grupo político promove ações voltadas para a justiça social, defesa de direitos dos cidadãos, além de atuar no enfrentamento de violações e na luta pela manutenção do Estado Democrático de Direito.

“Vim para cá com a iniciativa de tentar fazer uma fala baseada na palavra de Deus para tentar acabar com essa instrumentação da fé cristã que eles fazem, mentindo para o povo falando em nome de Deus, defendendo gente que atentou contra a nação”, disse à imprensa após ser agredido.

A agressão contra Ismael aconteceu quando ele discursou, ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), quando afirmou que Bolsonaro abriu “700 mil covas durante a pandemia”.

Nas redes sociais, onde soma 64 mil seguidores, ele defende pautas progressistas e ligadas a esquerda, criando diversos conteúdos onde aborda questões políticas do Brasil e também fala sobre sua religião.

“Acreditamos que esse esse amor, como prática cristã, deve ser direcionado À todas e todos indiscriminadamente. Porém, como é possível amar e coadunar com um sistema que explora o trabalho e rouba a riqueza produzida pela trabalhadora e trabalhador?”, diz em um doa vídeos postados.

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