Política

Hugo Motta diz que Câmara de Deputados não será conduzida pela "força bruta"

Mário Agra/Câmara dos Deputados
Motta ainda afirmou que não negociou pautar nenhum projeto e que punirá parlamentares envolvidos na manifestação  |   Bnews - Divulgação Mário Agra/Câmara dos Deputados
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 07/08/2025, às 16h39



O presidente da Câmara de Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que irá rejeitar qualquer condução da casa legislativa que use “força bruta”. A declaração do político aconteceu, nesta quinta-feira (7), em declarações à CNN. Segundo ele, não existe democracia quando há o uso de violência. 

“Se só é possível defender a democracia por meio da força bruta, então não temos democracia! Enquanto muitos torcem por atos arbitrários e violentos, quero reforçar que eu sou guiado por Deus, primeiramente, e pela paz”, declarou. 

De acordo com ele, o diálogo sempre será a primeira opção para guiar a Casa dos Deputados. “O diálogo será sempre a ferramenta utilizada por mim para estar à frente da Câmara dos Deputados, a Casa do Povo”. 

Segundo Motta, não houve nenhum tipo de negociação envolvendo o compromisso de pautar projetos solicitados por deputados de oposição, como a anistia para envolvidos no 8 de janeiro. Ele declarou que a presidência é “inegociável” e que os parlamentares que fizeram o protesto e obstruíram os trabalhos serão punidos. 

“Providências serão tomadas até o final do dia de hoje”, completou.

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