Política
A crise entre os vereadores do Partido Progressistas (PP) e o diretório municipal, chefiado pelo secretário de Governo da prefeitura de Salvador, Cacá Leão, parece estar longe de ser resolvida entre as partes. As queixas sobre a falta de diálogos permanecem meses após o início da 20ª Legislatura da Câmara Municipal de Salvador (CMS).
A avaliação feita pelos vereadores é que foram “largados às traças” por Cacá Leão, o qual tem se mantido inacessível para os seus correligionários. Os edis têm ventilado que a decisão do secretário pode ser uma articulação para não fortalecer nomes que venceram o pleito municipal com votação expressiva para 2026.
O pepista, que perdeu a corrida eleitoral ao Senado, já confirmou a pré-candidatura à deputado federal, cargo almejado por alguns filiados à legenda. Com a federação União Brasil e Progressistas, o cenário se torna ainda mais apertado no quadro de vagas para à Câmara.
Em janeiro, o BNews revelou com exclusividade que uma reunião entre membros do PP com Cacá Leão terminou em uma bate-boca após insatisfações com o presidente municipal.
O filho do ex-vice-governador da Bahia, João Leão, não teria cumprido as promessas feitas aos vereadores que embarcaram no partido. Entre os vereadores que trouxeram a público os entraves do partido foi Sidninho (PP).
Durante uma sessão ordinária em janeiro de 2025, o pepista cravou à saída da sigla ao revelar uma “insatisfação pessoal” com a condução legenda.
Posteriormente, Sidninho foi eleito presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), classificada como a mais importante da Câmara.
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