Política
A Guarda Revolucionária do Irã declarou ter atingido um data center da Oracle localizado em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, conforme informações divulgadas pela mídia estatal iraniana nesta quinta-feira (2). Procurada para comentar o caso, a empresa não respondeu até a última atualização, mas informa em seu site que suas operações na cidade continuam funcionando normalmente. As informações são do G1.
O episódio ocorre após outra ação atribuída ao Irã nesta semana. Na quarta-feira (1º), a estrutura de computação em nuvem da Amazon no Bahrein teria sido afetada por um ataque, segundo reportagem publicada pelo Financial Times.
De acordo com uma fonte citada pelo jornal, uma unidade da Amazon Web Services (AWS) no país sofreu danos durante a ofensiva, em meio à escalada do conflito na região. Mais cedo, o Ministério do Interior do Bahrein informou que equipes da defesa civil foram mobilizadas para combater um incêndio em uma instalação empresarial provocado pelo que classificou como uma “agressão iraniana”, sem revelar qual companhia foi atingida.
As ocorrências se dão após a Guarda Revolucionária advertir que poderia atacar empresas americanas com presença no Oriente Médio. Em comunicado divulgado pela mídia estatal, os militares afirmaram ter selecionado 18 organizações como potenciais alvos e indicaram que suas unidades poderiam ser bombardeadas a partir das 20h de quarta-feira (1º), no horário de Teerã (13h30 em Brasília). No texto, a corporação acusa essas instituições de estarem envolvidas em “operações terroristas” e recomenda que funcionários deixem seus locais de trabalho, além de orientar moradores próximos a se afastarem das áreas num raio de um quilômetro.
As empresas mencionadas como possíveis alvos são: Boeing, G42, Spire Solution, GE, Tesla, JP. Morgan, Nvidia, Palantir, Dell, IBM, Meta, Google, Apple, Microsoft, Oracle, Intel, HP, Cisco.
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