Política

Irmão de Michelle Bolsonaro faz "tráfico de influência" para "angariar apoio", diz coronel

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Assessor de Braga Netto, coronel Flávio Peregrino relata irritação com Eduardo Torres, irmão de Michelle Bolsonaro  |   Bnews - Divulgação Reprodução
Rebeca Santos

por Rebeca Santos

Publicado em 12/08/2025, às 10h53



Novas mensagens obtidas pela Polícia Federal (PF) revelam que o coronel Flávio Peregrino, assessor do general Walter Braga Netto, relatou a irritação do chefe e do ex-secretário de Assuntos Fundiários, o ruralista Luiz Antônio Nabhan Garcia, com o "lobby" feito por Eduardo Torres, irmão de Michelle Bolsonaro, que pedia dinheiro em nome da ex-primeira-dama e do cunhado, Jair Bolsonaro (PL).

Segundo informações do estadão, em anotações no seu WhatsApp em junho de 2024, Peregrino chama o irmão de Michelle de "Zé Bombinha" e diz que Braga Netto e Nabhan Garcia estariam "putos" com o "tráfico de influência" do cunhado de Bolsonaro.

“O Eduardo Torres (irmão da Michelle) não tem nem cargo no PL, mas faz um lobby e usa o nome do B e da MB para ter influência e angariar apoio ($$). Por isso, o W e Nabhan estavam putos com esse tráfico de influência nas agendas e nas viagens em SP. Ele é ‘zé bombinha’ (fotógrafo e cinegrafista) mas vende que tem poder de influência”, escreveu em mensagem enviada a ele mesmo.
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