Política
Publicado em 30/05/2024, às 21h50 Cadastrado por Lucas Pacheco
O partido do ministro do gabinete de guerra de Israel, Benny Gantz, o Unidade Nacional, tido como uma legenda de centro, que reúne uma aliança de oposição, apresentou, nesta quinta-feira (30), um projeto de lei que determina a dissolução do parlamento israelense e a convocação imediata de novas eleições, mesmo em meio à guerra.
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Por ter um regime de governo parlamentarista, ao se dissolver o parlamento, o país precisa escolher novos representantes e, consequentemente, o partido que consegue a maioria, indica o novo primeiro-ministro.
Segundo a agência Reuters e o canal de notícias Al Jazeera, a proposta foi anunciada pela deputada Pnina Tamano-Shata, que afirmou que o que vem acontecendo no país desde o primeiro ataque do Hamas, em outubro de 2023, é um desastre que exige” a retomada da confiança da população pelo governo de Israel.
Ainda de acordo com a deputda, o projeto de lei tem o objetivo de “estabelecer um governo de união amplo e estável que possa conduzir” o país “com segurança diante dos enormes desafios na segurança, economia e sociedade israelense”.
Benny Gantz, líder da oposição, passou a integrar a coalização e o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu no início da guerra, em um gesto de união nacional. Mas já ameaçou deixar o governo e exigiu que o atual chefe de governo apresenta um plano de pós-guerra em relação à Gaza.
Reação
O partido de Benjamin Netanyahu, o Likud, considerado de direita, reagiu à proposta e disse que dissolver o governo pode prejudicar todos os esforços de guerra e a tentativa de libertar mais de 120 reféns.
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