Política

Isidório diz que fake news e “fogo amigo da esquerda” prejudicaram eleição do filho

Reprodução/BNewsTV
O parlamentar explica como vídeos e mensagens falsas enganaram eleitores sobre seu posicionamento na reforma trabalhista.  |   Bnews - Divulgação Reprodução/BNewsTV
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 20/01/2026, às 16h34 - Atualizado às 16h34



Durante entrevista ao programa De Cara com o Líder, na rádio Baiana FM (89,3), o deputado federal Pastor Sargento Isidório afirmou que foi alvo de fake news e de “fogo amigo de esquerda” durante o período eleitoral, o que, segundo ele, teve impacto direto no desempenho eleitoral de seu filho, Tancredo Isidório.

Receba as principais notícias de Política no canal do BNews no WhatsApp

Ao comentar o resultado das urnas, Isidório destacou que Tancredo ficou na primeira suplência, com uma diferença de cerca de 4 mil votos, e explicou que o resultado esteve ligado à redução de sua própria votação.

De acordo com o parlamentar, Tancredo recebeu aproximadamente 45% dos seus votos, percentual semelhante ao alcançado anteriormente por outro filho, João, já falecido, que havia recebido cerca de 40% da sua base eleitoral.

“Se eu tivesse tido mais votos, Tancredo estaria eleito. Hoje eu sei que foi fogo amigo de esquerda”, afirmou Isidório, ao relatar o impacto das informações falsas que circularam naquele período.

Entre as fake news, o deputado citou a acusação de que teria votado contra os trabalhadores durante a reforma trabalhista, o que classificou como mentira. Isidório explicou que a reforma foi aprovada em 2017, no governo Michel Temer, quando ele ainda exercia mandato de deputado estadual, assumindo como deputado federal apenas em fevereiro de 2019.

Segundo o parlamentar, muitos eleitores que reconheciam seu trabalho social acabaram sendo influenciados por vídeos e mensagens disseminados em aplicativos de celular. “O povo foi enganado com vídeos dizendo que eu votei contra o trabalhador”, afirmou.

Isidório também reafirmou seu posicionamento político no Congresso Nacional, citando o voto contrário à chamada PEC da blindagem, que amplia garantias a parlamentares. Para ele, a proposta fere o equilíbrio entre os Poderes. “Não posso aceitar deputado ou senador acima da lei”, declarou.

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp Google News Bnews


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)