Política
por Alex Torres
Publicado em 31/12/2025, às 23h59 - Atualizado às 23h59
O prefeito Bruno Reis (União Brasil) defendeu os valores gastos pela gestão municipal com cachês de artistas durante o Festival Virada Salvador 2026. A declaração aconteceu na noite desta quarta-feira (31), durante coletiva de imprensa no Festival Virada Salvador.
De acordo com o mandatário da capital baiana, a festa não irá representar prejuízos aos cofres públicos. Bruno Reis explicou que a expectativa é que o evento gere receita, empregos e projeção nacional para Salvador.
"Um evento como esse está injetando na economia R$ 591 milhões. Nós captamos, entre patrocinadores, em torno de quase R$ 10 milhões. Se eu te disser que, no final do dia, a Prefeitura está colocando dinheiro para dentro? Dinheiro que vai permitir a gente fazer outros eventos, dinheiro que vai permitir a gente fazer novas escolas, hospitais, essas obras que eu falei aqui. Então, gera mais receita", afirmou.
Gera emprego e renda, cerca de 5 mil empregos diretos aqui nessa arena trabalhando, seja os ambulantes, os catadores, o pessoal do palco, os artistas, toda a equipe que está aqui nesse espaço. Na sexta-feira, recebemos cerca de 30 mil passageiros, isso tudo em apenas um dia. Além disso, você tem a Bahia estampada nos principais jornais e sites do Brasil e do mundo. Isso não tem preço", completou.
A declaração do Prefeito acontece após diversas críticas sofridas pela gestão devido aos altos cachês pagos aos artistas que irão se apresentar durante os dias do evento que marcará o réveillon na capital baiana.
Em Salvador, a cantora baiana Ivete Sangalo, por exemplo, vai receber R$1 milhão para comandar a virada na capital. Já em Brasília, a boiadeira Ana Castela lidera o ranking com o faturamento de R$1,2 milhão, mesmo valor pago a Lauana Prado.
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