Política

Jaques Wagner culpa governo Bolsonaro por escândalo nacional

Alessandro Dantas
Senador Jaques Wagner defende que governo federal, sob gestão de Lula, atua com "firmeza para desmontar a estrutura criminosa”  |   Bnews - Divulgação Alessandro Dantas
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 15/05/2025, às 16h51 - Atualizado às 18h29



O senador Jaques Wagner (PT), defendeu o governo do Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diante dos escândalos dos descontos irregulares de aposentados e pensionistas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Durante uma audiência com o ministro da previdência, Wolney Queiroz, nesta quinta-feira (15), classificou o episódio como “crime hediondo” e afirmou que a gestão petista tem atuado com “firmeza para desmontar essa estrutura criminosa”.

Na audiência, Jaques Wagner alegou que o governo federal sob a gestão de Jair Bolsonaro, “cruzava os braços diante da multiplicação de entidades fantasmas”. 

“Enquanto o governo anterior cruzava os braços diante da multiplicação dessas entidades fantasmas, o atual governo atua com firmeza para desmontar essa estrutura criminosa e proteger quem mais precisa”, disse Wagner. 

“Não podemos permitir que esse escândalo seja usado como cortina de fumaça por quem se calou quando o problema explodiu. Vamos seguir juntos para garantir justiça aos aposentados e fortalecer os sindicatos legítimos, que sempre estiveram ao lado da classe trabalhadora”, acrescentou o senador. 

Durante a fala no Senado, Wagner defendeu a atuação de algumas instituições após a repercussão do caso. De acordo com o petista, a “verdadeira responsabilidade é de sindicatos de fachada e empresas disfarçadas, que surgiram para roubar, não para servir ao povo”. 

“Os números evidenciam de forma inquestionável que o esquema de descontos fraudulentos em aposentadorias explodiu durante o governo anterior ao nosso. O gráfico é claro: entidades criadas especificamente nesse período passaram a movimentar valores bilionários à custa dos aposentados, com anuência ou omissão do Estado”, finalizou. 

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