Política

Jerônimo comenta queda na avaliação de Lula: "Está pagando uma conta pelas mazelas deixadas pelo governo passado"

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Jerônimo lamenta queda na avaliação e diz que Lula paga o preço deixado pelo governo de Jair Bolsonaro  |   Bnews - Divulgação Devid Santana/BNews

Publicado em 27/01/2025, às 11h37 - Atualizado às 11h47   Matheus Simoni e Daniel Serrano



O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), comentou a queda na avaliação da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de acordo com a recente pesquisa do instituto Quaest, divulgada nesta segunda-feira (27). De acordo com o levantamento, ele é reprovado por 49% dos eleitores brasileiros e aprovado por 47%. É a primeira vez que a desaprovação supera, numericamente, a aprovação desde o início da pesquisa, em fevereiro de 2023. Segundo Jerônimo, Lula ainda paga pelo que aconteceu no governo de Jair Bolsonaro.

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"Eu tenho dito sempre que nem sempre, às vezes os investimentos se traduzem em votos, em avaliação positiva, é a política dizendo como é que nós temos que fazer. Existem exigências, o que o Lula está fazendo pelo Brasil, nós estamos recompondo investimentos em ministérios que não existiam, trouxemos de volta, o favorecimento inclusive não só para pessoas pobres, que estavam em situação de extrema pobreza, ou de fome, ou sem habitação, sem emprego, nós melhoramos as taxas de emprego, empregabilidade, inflação", disse o governador.

"Nós criamos, quer dizer, o governo federal, posso dizer assim, nós criamos com o governo Lula o estabelecimento de políticas que não existiam. Imagem do Brasil para fora, direitos humanos era a parte que foi deteriorada, acabou-se, agricultura familiar. Nós estamos pagando uma conta, o Lula está pagando uma conta ainda pelas mazelas deixadas pelo governo passado", afirmou.

Jerônimo ainda comentou a questão envolvendo estratégias para reduzir preços dos alimentos com foco no estímulo à produção nacional. A medida foi anunciada pelo governo federal para reaquecer a economia. "Podemos dizer que a produção de alimentos não foi planejada, que agora virou essa celeuma. Mas, assim, a gente também tem que avaliar que essa situação da saúde do presidente Lula deixou ele aí sem fazer as viagens, sem fazer mais entrevistas, e isso acabou também baixando a imagem dele, e isso repercute no dia a dia. Você bota o termômetro, o Lula não está viajando por conta da saúde, tanto para fora quanto para", acrescentou.

"Acaba desgastando, isso é um fator político que joga às vezes para baixo. Nossa com o povo, então acho que resolvendo o tema das eleições no Congresso. De volta, tem economia que parece que só funciona depois do Carnaval, não é o caso da Bahia", pontuou.

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