Política

Jerônimo critica a falta de creches em Salvador

Devid Santana / BNews
Governador ressalta a luta diária das mães e a necessidade urgente de mais creches em Salvador  |   Bnews - Divulgação Devid Santana / BNews
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 11/01/2026, às 12h21



O governador Jerônimo Rodrigues (PT) afinetou a Prefeitura de Salvador e criticou a falta de creches na capital baiana, durante a assinatura neste domingo (11), de ordens de serviço que autorizam a execução das obras de contenção de encostas em nove bairros de Salvador. A cerimônia aconteceu na Praça Dona Terezinha, no bairro de Pau da Lima.

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Eu, hoje, na condição de pai, na condição de professor, eu sei, Rui, o quanto uma creche faz falta na vida da gente. As histórias de dois sindicalistas que me antecederam [Jaques Wagner e Rui Costa], a vida de sindicalista e trabalhador não é fácil, de acordar cedo para pegar um ônibus para chegar na fábrica, dar duro, voltar. Você imagina a vida também de um homem e de uma mulher nessa situação", afirmou.

"De mulher é ainda mais dura, porque sai de manhã, a hora que sai tem que deixar as coisas prontas e quando volta ainda tem que arrumar o que os machos e responsáveis desarrumaram. Ainda fica na barra da saia da mãe pedindo coisa. É duro. Um dia a gente avança para isso", continuou.

As intervenções fazem parte do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e contemplam os bairros de Plataforma, Pernambués, Federação, Ondina, Alto do Cabrito, Campinas de Pirajá, Mata Escura, Cajazeiras XI e São Marcos.

Mas hoje aqui nós fizemos questão de fazer no domingo pra gente poder aproveitar pelo menos quem está dali assistindo a gente, quem dali nos dá tchau, as pessoas que estavam, não dava para a gente enxergar por conta da claridade. Nós vamos continuar", prometeu.

 A execução das obras ficará a cargo da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder).

Nós vamos continuar trabalhando, porque nós não precisávamos no passado de trabalhar, quando a gente não tinha governo. Quando a gente não tinha vereadora ou vereador, a gente já trabalhava. Quando a gente não tinha deputados e deputadas, a gente já trabalhava, já representava, já reivindicava", finalizou. 

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