Política

Jerônimo debocha de ACM Neto por voto casado com Lula: "Tá valendo o 'Lula-Neto'?"

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Governador reeleito relembra postura neutra de ACM Neto no primeiro turno das eleições na Bahia  |   Bnews - Divulgação Devid Santana/BNews
Matheus Simoni

por Matheus Simoni

matheus.simoni@bnews.com.br

Publicado em 21/10/2026, às 12h13



O governador Jerônimo Rodrigues (PT) voltou a criticar seu adversários nas eleições para o Governo da Bahia, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil). Em entrevista nesta quarta-feira (21), no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar da Bahia, no bairro dos Aflitos, durante entrega de novas viaturas para reforçar o policiamento no interior do estado, o petista voltou a falar da posição do opositor em 2022, quando enfrentou ele pela primeira vez nas urnas.

Segundo Jerônimo, o segundo turno, marcado para o próximo domingo (25) entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), será vencido pelo petista mais uma vez.

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"O candidato dele não vai ganhar na Bahia e vai demonstrar que ele ficou naquela posição de novo, o 'tanto faz' continuou, só que agora mais forte, porque a chapa dele estava toda com a característica bolsonarista, toda: os dois senadores dele, o vice-governador dele e ele, que ficava no oportunismo dizendo que tanto fazia e que o voto 'Lula-Neto' era bem-vindo, que governava com todos", declarou o governador, que ironizou.

Eu espero e repito a vocês que o voto 'Lula-Neto' que ele pregou continue agora. Tá valendo o 'Lula-Neto'?", disse.

Jerônimo ainda comentou a decisão de ACM Neto de colocar à disposição da Justiça Eleitoral o sigilo bancário. "Quanto às contas telefónica e bancária dele, eu pedi isso no primeiro turno. Pedi que ele abrisse as contas, pedi que ele autorizasse a Justiça a tirar o sigilo, que a Justiça, se ele pedisse, poderia fazer, resguardadas todas as condições de poder fazer as investigações, a Justiça, com o aval dele, poderia abrir o sigilo que estava naquele momento, seja com o Rei do Lixo, seja com o Vorcaro, seja com o que o partido dele, o União Brasil, fez com a política de botar pessoas nas secretarias municipais de Educação em um conjunto de estados. Ele não fez", apontou o governador.

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