Política

Jerônimo escala quem são seus aliados políticos em linha de frente para 2026; veja nomes

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Governador diz quem será escalado na linha de frente do governo em 2026  |   Bnews - Divulgação BNews
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 06/01/2026, às 22h45



O governador Jerônimo Rodrigues (PT) fez uma avaliação do cenário político para as eleições de 2026 e escalou quem são seus principais nomes para as eleições de 2026. Em entrevista ao apresentador José Eduardo nesta terça-feira (6), durante o programa Se Liga Bocão, da Baiana FM, ele comentou que espera não ter baixas na chapa que vai trazer nomes apoiados pelo grupo petista ao Governo da Bahia. "Eu vou trabalhar para não perder ninguém", disse Jerônimo.

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"Eu pego pelos dirigentes de partido. O Otto é um cabeça de frente. Lídice da Mata, em relação aos partidos, não estou nem falando dos deputados, que fazem uma força tamanha para a gente. Você pega ali os deputados, os dirigentes do PCdoB. Carleto é uma força também forte. Está fechado com a gente. O próprio Rui Costa, independente aqui de candidatura, tá? Estou vendo o linha de frente, como Jaques Wagner linha de frente, o próprio Coronel, eu não vou abrir mão, não posso abrir mão desse time", disse o governador.

Questionado se vê a possibilidade de Angelo Coronel tentar a reeleição fora do grupo político que governa a Bahia, Jerônimo disse achar pouco provável. Ele comentou as mensagens do senador na imprensa e uma suposta "antecipação" na campanha com outdoors pelo estado. "O Coronel próprio diz que é o estilo dele. Ele sai à frente da campanha. Ele não é de como o Otto, como o Wagner, ele vai lá pra frente. O estilo dele é diferente", destacou.

Jerônimo ainda falou sobre o papel de Adolpho Loyola, atual secretário de Relações Institucionais (SERIN) do governo baiano. Homem de confiança do petista, ele caiu nas graças do governador depois de ter trabalhado ao lado de Jaques Wagner. "Ele está no dia a dia com os prefeitos. Ele já coordenou ali na frente da minha campanha. E na época eu precisava de uma pessoa logo do meu lado. No primeiro ano de governo, eu tenho que ter alguém de minha confiança. Que pensa como eu penso, como às vezes o Rui fazia comigo. O Rui não precisava dizer as coisas para mim. Eu já sabia qual é o estilo dele. Com o Wagner, da mesma forma, o próprio Otto, eu sei ali, eu manjo o que a gente tem que fazer para poder facilitar a vida de quem está à frente", afirmou o governador baiano.

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