Política

Jerônimo ironiza ACM Neto após Federação União-PP decidir deixar o governo Lula e apoiar anistia: "Saiu do armário"

Paulo M. Azevedo / BNews
Jerônimo condena os atos de vandalismo de 8 de janeiro e pede proteção da democracia  |   Bnews - Divulgação Paulo M. Azevedo / BNews
Alex Torres e Yuri Pastori

por Alex Torres e Yuri Pastori

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Publicado em 03/09/2025, às 12h15 - Atualizado às 12h15



O governador Jerônimo Rodrigues (PT) ironizou o ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) após a Federação do União Brasil-PP pedir para que os ministros ligados aos partidos saíssem do governo Lula, além de dar aval para que os integrantes das siglas apoiem a anistia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ).
Eu agora entendi que o ex-prefeito tem lado. Ele acha que graças a Deus ele mudou. Ele agora está defendendo o Bolsonaro. Agora ele se posicionou realmente de lado. Agora sim, o ex-prefeito de Salvador saiu do armário. Ele, realmente, defende o que nós vimos de mais ridículo na política", afirmou.
Jerônimo condena os atos de 8 de janeiro. " Imaginem, gente, se cada prefeito nos 417 municípios que perdesse as eleições resolvesse quebrar a Câmara de Vereadores, resolvesse quebrar a prefeitura ou resolvesse quebrar o fórum municipal, foi isso que aconteceu no dia 8. E alguém vai dizer que isso está correto? Não tenho explicação. Então, eu vou aguardar o que acontecer lá", disse. O governador disse que acompanha o julgamento do ex-presidente e aliados no Supremo Tribunal Federal (STF) e deseja que a justiça seja feita.
Minha torcida é para que a justiça seja feita em nome da democracia. Se não for condenado, vai concorrer a eleição, toca a vida. Ninguém está com medo disso não. Ninguém está torcendo para garantir uma prisão ou alguma coisa de retirada política porque fez aquilo só não ou não é para entrar na política, é porque o que eles fizeram foi de uma responsabilidade muito grande. Machucaram bastante a nossa crença no TRE, no TSE", acrescentou.
"Puseram em cheque eleições transparentes. Quando eles ganharam as eleições, ninguém quebrou nada. Mas quando perderam as eleições resolveram quebrar. Alguém tem que dar um freio nisso e para isso que tem a Justiça. Nós, o Executivo, é para fazer as coisas, executar, o Legislativo é para fazer as leis e orçamento, tudo, e o Judiciário para julgar. Que julgue, eu estou acompanhando e torcendo para que a democracia seja protegida", concluiu.
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