Política
Publicado em 20/05/2025, às 15h12 Daniel Serrano e Maurício Viana
O governador da Bahia Jerônimo Rodrigues realizou, na manhã desta terça-feira (20), junto com a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação Luciana Santos a inauguração de um laboratório maker no bairro do Cabula, em Salvador. Durante o evento, o mandatário baiano fez um balanço de sua participação ao integrar a comitiva do presidente Lula em Pequim.
Jerônimo fez um “agradecimento ao presidente Lula, foi ele que me colocou na comitiva dele, eu tive a oportunidade de ir no primeiro encontro que eu participei lá em Pequim, na segunda-feira, foi o encontro de 400 empresários chineses”.
“A Bahia e o Piauí foram escolhidos para apresentarem características favoráveis à atração dessas empresas. Eu usei o microfone para falar para os empresários a capacidade que a Bahia tem de atrair. A Bahia tem mobilidade, tem localização geográfica boa para outros estados, para o país, para outros países da América Latina, da África, da Europa, e além de ter um potencial eólico solar de energia, todos os investimentos que se fazem agora, o ponto principal é como é que é a energia, fornecimento de energia, energia renovável, aqui nós temos quase 100% da energia que a gente consome, ela é equilibradamente produzida na Bahia”, afirmou o gestor baiano.
O governador também destacou que esteve ao lado do presidente Lula em locais importantes da governança chinesa e lidando diretamente com questões ligadas ao presidente chinês Xi Jinping.
“Com o presidente Lula, eu tive condições de ir para o palácio onde o Xi Jinping despacha, acompanhando o Lula em três agendas. Uma com o secretário-geral do partido, lá o partido tem uma força muito grande, o partido do presidente. O secretário tem assento na mesa de mando. Depois, mudamos de sala e fomos para a reunião com o primeiro-ministro, que é a segunda pessoa do Xi Jinping. Fomos para a outra parte do palácio para fazer os acordos, assinando ali o presidente Lula com o Xi Jinping, testemunhando 40 contratos, acordos e pactos”, detalha.
Por fim, Jerônimo falou sobre as dinâmicas e o trato do presidente Lula ao realizar as relações internacionais de interesse do Brasil com demais países como a China.
“Nos três eventos, o Lula tratou de paz no mundo, assinou documento com o Xi Jinping. Olha a responsabilidade de um presidente como este. Tratou da nova ordem econômica mundial e chegou a dizer ao Xi Jinping que o mundo não precisa de um xerife. Se dirigindo a um presidente que quer fazer do resto do mundo seu quintal. Não se faz política macroeconômica internacional dessa forma”, completa.
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