Política
O advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, afirmou que o caso envolvendo o Banco Master não é de competência do órgão que chefia. Nesta quarta-feira (29), o jurista cravou que a demanda deve ser apurada pelo do Banco Central, a Polícia Federal (PF) pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O posicionamento de Jorge Messias ocorre durante a sabatina dele no Senado para uma vaga na Suprema Corte. O advogado-geral foi questionado sobre a polêmica por Jaime Bagattoli (PL-RO), envolvendo um contrato de R$ 130 milhões de uma assessoria vinculada ao banco fundado por Daniel Vorcaro.
“Senador, a AGU não teve nenhuma participação no caso do Banco Master. Não é da nossa competência, não participamos. Este é um assunto que afeta o Banco Central, agora a Polícia Federal e ao Supremo Tribunal Federal, e também da Procuradoria-Geral da República”, cravou Messias.
Para conquistar a vaga no STF, o indicado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) precisa de 14 votos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. No plenário, ele depende de 41 votos dos 71 senadores.
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