Política

Jornal crava Lula como vencedor das eleições de 2026

Ricardo Stuckert
A previsão do Financial Times apareceu em uma lista com 20 previsões políticas para 2026  |   Bnews - Divulgação Ricardo Stuckert
Rebeca Santos

por Rebeca Santos

Publicado em 01/01/2026, às 09h14



A revista britânica The Economist acha que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não deveria tentar a reeleição em 2026. Já o jornal também britânico Financial Times considera que o  presidente é o favorito para vencer a eleição presidencial.

A previsão do Financial Times apareceu em uma lista com 20 previsões políticas para 2026, publicada na véspera do Ano Novo.

"Salvo se ocorrer um problema de saúde de última hora, Luiz Inácio Lula da Silva é o favorito para vencer a eleição de outubro, mesmo aos 80 anos", diz o jornal nesta quarta-feira (31).

O Financial Times também menciona a relação tensa entre Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao longo de 2025.

"[Com] Um formidável cabo eleitoral, o esquerdista se beneficiará de uma economia robusta e de ter resistido às investidas de [Donald] Trump", completa.

A previsão do Financial Times vai na mesma direção da última pesquisa Genial/Quaest, que mostrou Lula vencendo Flávio Bolsonaro (senador pelo PL-RJ), Ratinho Junior (governador do Paraná pelo PSD) e Tarcísio de Freitas (governador de São Paulo pelo Republicanos) nos dois turnos da eleição de 2026.

Em contrapartida, a The Economist publicou um editorial na terça-feira (30) dizendo que Lula não deveria disputar a reeleição.

Para a revista, é arriscado para o Brasil ter "alguém tão idoso servindo mais quatro anos no cargo máximo".

A deputada federal e ministra Gleisi Hoffmann rebateu a The Economist e afirmou que "o verdadeiro risco que a reeleição do presidente Lula representa para a The Economist nunca foi a idade".

"A revista do sistema financeiro global, dos que fazem fortunas sem produzir nada, prefere que o Brasil volte a ser submetido aos mandamentos do 'mercado', abandonando as políticas públicas voltadas para o povo, o crescimento do emprego, dos salários e da renda das famílias", afirmou no X, antigo Twitter.

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