Política

Junho Verde: Supermercados ainda podem cobrar por sacolas plásticas até lei ser sancionada; entenda

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Câmara de Salvador aprovou, na terça, a gratuidade de sacolas em supermercados  |   Bnews - Divulgação Divulgação

Publicado em 12/06/2024, às 17h52   Victória Valentina



A Câmara de Salvador votou, na última terça-feira (11), o Projeto de Lei nº 101/2024, que altera a Lei Municipal nº 9.699/2023, sobre a proibição do uso e distribuição de sacos e sacolas plásticas não recicláveis pelos estabelecimentos comerciais de Salvador. A aprovação, porém, ainda não tem efeitos práticos e consumidores ainda estão sem suas sacolas.

O cenário só mudará quando o executivo municipal sansionar o novo projeto de lei, que obriga a oferta gratuita de sacolas plásticas recicláveis. Portanto, por enquanto, os consumidores seguem sem o objeto.

Em vigor desde o dia 12 de maio deste ano, a Lei Municipal nº 9.699/2023 foi considerada um novo marco legal para as relações de consumo nos estabelecimentos comerciais de Salvador, visando promover uma mudança de hábitos e a conscientização da população sobre os efeitos nocivos do plástico ao meio ambiente. A prática já é adotada em outras cidades brasileiras e outros países.

Após a sanção do PL, os estabelecimentos deverão oferecer alternativas de sacos e sacolas recicláveis, como o plástico biodegradável.

O projeto Junho Verde 2024 é uma realização do Grupo A4 com patrocínio da Suzano, Governo Bahia, Axxo, JBS, Sian Engenharia, Shopping da Bahia, Intermarítima e Casa de Apostas Arena Fonte Nova. O apoio fica por conta da Atlântico Transportes, ITS Internet, Planeta Imaginário, Ecogreen Educação Ambiental, Casa Soma e UCI Orient Shopping da Bahia.

Classificação Indicativa: Livre

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