Política

Justiça mantém prisão de políticos após renúncia de promotores

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O TJ do Maranhão manteve a prisão de investigados por desvio milionário de recursos em Turilândia  |   Bnews - Divulgação Reprodução / TV Globo
Davi Lemos

por Davi Lemos

davi.lemos@bnews.com.br

Publicado em 12/01/2026, às 19h45



O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) manteve a maior parte das prisões realizadas no âmbito da Operação Tântalo II que investigou desvios milionários na prefeitura e na Câmara Municipal de Turilândia. A decisão por manter as prisões é da desembargadora Graça Amorim, da 3ª Vara Criminal da Corte.

Antes da decisão pela manutenção das prisões, houve um racha interno no Ministério Público do Maranhão após a cúpula do órgão defender a soltura dos investigados. Dez promotores do Gaeco pediram exoneração dos cargos no domingo (11), por entender que o parecer da Procuradoria-Geral contrariava o trabalho técnico do grupo.

A magistrada analisou os pedidos de liberdade das defesas e o parecer do MP que defendia a soltura com medidas cautelares, mas concluiu que, no estágio atual, a prisão ainda é necessária para conter riscos à investigação. Graça Amorim sustentou ainda que é necessário evitar nova atuação do grupo suspeito por por desvios de R$ 56 milhões em Turilândia.

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