Política

Kassab diz que só um nome fará o PSD desistir da disputa pela Presidência em 2026

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Em entrevista, Kassab destaca a importância de um candidato do PSD para fortalecer a identidade do partido nas eleições.  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 11/08/2025, às 10h19



O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, voltou a dizer que o partido deseja ter um candidato à Presidência da República em 2026. 

Em entrevista divulgada pelo programa Canal Livre, da TV Bandeirantes, na noite de domingo (10), Kassab disse que um nome na disputa pelo Palácio do Planalto ajuda na construção de uma "identidade" do PSD. 

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"Esse ano [2026], eu posso afirmar que teremos candidato próprio. Inclusive, esse tema foi discutido na reunião com o presidente Lula, onde nós deixamos muito claro, de uma maneira muito respeitosa, que o partido, para ter identidade, precisa ter o seu caminho, o seu candidato [...] Nada vai mudar a nossa decisão de ter candidatura própria", disse Kassab. 

Atualmente, o partido conta com dois nomes se colocando como presidenciáveis: os governadores do Paraná, Ratinho Junior, e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Kassab garantiu que não há preferência entre os nomes dos gestores. "Existe muita isenção, muito respeito pelos dois, que são grandes quadros e que fazem excelentes gestões em seus estados", disse.

No entanto, Kassab reforçou que o PSD só não terá uma candidatura própria em 2026 caso o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) decida disputar o Palácio do Planalto.

"Isso está acontecendo, e existe esse movimento, ele será praticamente candidato único na centro-direita, porque ele não vai se apresentar como pré-candidato em uma situação em que existem muitas dúvidas quanto a sua eleição", declarou. 

"Não haverá nenhum problema de compor com Tarcísio caso ele entenda que o melhor para o Brasil e para São Paulo seja sua candidatura", emendou Kassab.

"Se não for o governador Tarcísio o candidato, a minha impressão, pelas conversas que eu participo e pelas informações que eu tenho, é que cada partido da centro-direita tem uma tendência a lançar um candidato. E, no segundo turno, estaremos todos juntos", concluiu.

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