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Kiki Bispo rebate críticas contra ACM Neto e cobra explicações do governo do PT

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Segundo vereador, o fortalecimento do Banco Master ocorreu durante a gestão petista na Bahia  |   Bnews - Divulgação BNEWS
Carolina Papa e Héber Araújo

por Carolina Papa e Héber Araújo

carolina.papa@bnews.com.br

Publicado em 16/03/2026, às 16h17 - Atualizado às 16h32



Em declaração à imprensa, nesta segunda-feira (16), o vereador e líder da base governista Kiki Bispo (União Brasil), voltou a defender o ex-prefeito e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil). Segundo declarou o edil, todas as transações bancárias com que o político fez com o Banco Master ocorreram foram da do mandato e de forma lícita, com todo dinheiro declarado.

“Todo mundo sabe dos laços empresariais dele e, naquele ano de 2023, não se tinha nada que viesse a desabonar do Banco ou que a consultoria de Neto pudesse ter contribuído para os crimes financeiros cometidos pela instituição”, disse o vereador.

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Ele apontou que, se Neto tivesse cometido algum ilícito ele não cometeria “a burrice de receber o dinheiro declarado e com imposto recolhido”. Ainda em sua declaração para a imprensa, durante sessão na Câmara de Salvador, o edil apontou que, quem tem que explicar alguma coisa é o governo da Bahia

Para Kiki, o governo da Bahia foi fundamental para o fortalecimento do Banco Master, com a venda da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal), gestora da rede Cesta do Povo, que foi privatizada em 2018, durante a gestão Rui Costa (PT).

“O governador da época, com uma canetada, deu a possibilidade de que servidores pudessem fazer empréstimos consignados com seu contracheque, dando ainda exclusividade [...] Logo após você 207 pagamentos de precatórios para o Banco Master, e o que é pior de tudo, um deles você antecipa um crédito dos professores para receber do Banco Master com abatimento, isso não tá cheirando bem”, disse.

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