Política
O pré-candidato a prefeito de Salvador, Kléber Rosa, rebateu os argumentos de que o PSOL é um partido machista. Na Bahia, a sigla lançou apenas homens encabeçando as principais chapas majoritárias nos últimos anos.
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"O PSOL da Bahia não é um partido machista. Na verdade, o ambiente da política é muito machista. É muito reservado aos homens. É muito comum nos espaços da política a gente ver um protagonismo masculino, muito mais presente. O PSOL é um partido compromissado com a reversão desse quadro", ressaltou, em entrevista ao Radar BNews, nesta segunda-feira (21).
O policial civil ressaltou que existe um protagonismo feminimo muito grande dentro da sigla. "Temos Dona Mira, temos a candidata a senadora Tâmara Azevedo e a vaga que temos na Câmara de Vereadores é um mandato ocupado por três mulheres. Então, essa imagem não condiz com a realidade do PSOL", declarou.
Ele ainda revelou sobre como foi o processo de escolha do seu próprio nome para a corrida eleitoral na capital baiana.
"As escolhas de candidaturas estão relacionadas com as disputas internas. E a gente analisa também de acordo com aquilo que se apresenta melhor do ponto de vista da tática política. Para você ter uma ideia, a Tâmara Azevedo colocou o nome dela para ser candidata a prefeita. No entanto, ela retirou a pré-candidatura antes do Congresso do PSOL e declarou apoio ao meu nome. Meu nome foi escolhido por unimidade", ressaltou.
ASSISTA A ENTREVISTA COM KLEBER ROSA NA ÍNTEGRA:
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