Política

Bruno Reis critica grupo político de Jerônimo: 'tiveram tempo para tirar projetos que nunca saíram do papel'

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O prefeito critica os altos índices de violência e a falta de avanços em saúde e educação, clamando por mudanças significativas  |   Bnews - Divulgação Deivid Santana / BNEWS

Publicado em 15/01/2026, às 09h57 - Atualizado às 10h00   Adelia Felix e Matheus Simoni



O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), fez duras críticas ao governo estadual e destacou diferenças entre o cenário eleitoral de 2022 e o de 2026. Nesta quinta-feira (15), em entrevista ao BNEWS, o gestor da capital baiana afirmou que o eleitorado agora conhece melhor o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o responsabiliza pelos problemas da Bahia.

“A maior diferença dessa eleição para a passada é que hoje, sim, as pessoas conhecem Jerônimo, sabem quem é ele e responsabilizam ele pelos problemas da Bahia. Problemas que se acumularam ao longo de 20 anos. Talvez da vez passada, Rui Costa não era o candidato, ficou muito tempo protegido pela pandemia. Foi a eleição em plena pandemia, Jerônimo se escondeu atrás de um número e, efetivamente, a população não pôde responsabilizar quem era efetivamente o verdadeiro culpado pelos problemas”, afirmou.

Críticas à falta de avanços
Bruno Reis também apontou a ausência de contrapartidas e projetos estruturantes que, segundo ele, nunca saíram do papel. “Não tem contrapartida, a gente não trabalha dessa forma. A gente trabalha querendo mudar a Bahia. Então, quem estiver disposto a mudar a Bahia e entender que quatro anos, que é o que eles estão pedindo, é mais do que tempo suficiente para ter tirado os projetos que nunca saíram do papel... A exemplo do Porto Sul, da Ferrovia Oeste-Leste, da ponte Salvador-Itaparica”, disse.

Índices sociais e desejo de mudança
O prefeito também criticou os indicadores sociais do estado e afirmou que a população, especialmente os jovens, deseja mudança.

“De ter elevado a Bahia para os piores índices na área da violência, saúde, educação, na área social e na área da geração de emprego e renda. Então, quem entender que é esse sentimento que a gente vê nas ruas, de mudança, de desejo de ver e respirar novos ares... Tem jovens, meus filhos por exemplo, que nunca experimentaram um outro governo. A gente vê, principalmente na juventude, esse anseio, essa necessidade, esse desejo de mudança”, declarou.

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