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Leo Kret nega envolvimento em desvio de dinheiro de contrato milionário da Prefeitura de Salvador: 'não assinei'

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Ministério Público da Bahia apura crimes como peculato e fraudes em licitações em operação que envolve eventos carnavalescos  |   Bnews - Divulgação Reprodução
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por Redação Bnews

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Publicado em 26/05/2026, às 07h58 - Atualizado às 07h58



A ex-vereadora Leo Kret (PDT) negou envolvimento no desvio de recursos investigado na “Operação Sponsor”, deflagrada nesta terça-feira (26) pelo Ministério Público da Bahia, e afirmou que teve o nome citado em um contrato que não assinou. A investigação apura suspeitas de uso irregular de verbas destinadas a eventos carnavalescos e ações voltadas à comunidade LGBTI+ em Salvador.

Ex-vereadora contesta envolvimento
Em posicionamento, Leo Kret negou qualquer participação nas irregularidades apuradas e afirmou que já adotou medidas legais. "Bom dia. Em primeiro lugar, eu não fui presa e, em segundo lugar, o meu nome foi mencionado por um contrato que eu nem assino. Já acionei os meus advogados e, no momento oportuno, vocês vão saber de toda a situação. Todos vocês me conhecem, a Bahia inteira conhece, sabe da minha índole, do meu caráter, sabe do meu trabalho que eu tenho, né, com a população. Então, já, já vocês vão saber de todo o esclarecimento de tudo o que está acontecendo."

Operação investiga desvios de recursos
Segundo o MPBA, a operação apura crimes como peculato, fraudes em licitações e desvio de verbas públicas. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em um órgão público, uma associação e endereços ligados a investigados, incluindo servidores municipais.

Verbas seriam destinadas ao Carnaval e eventos LGBTI+
As investigações apontam que recursos públicos destinados ao patrocínio de eventos carnavalescos e iniciativas para a comunidade LGBTI+ teriam sido desviados por meio de uma associação suspeita de atuar como fachada. O montante repassado ultrapassa R$ 1,1 milhão.

Caso segue sob apuração
A Justiça também determinou o afastamento de dirigentes da associação investigada e de servidoras municipais. O caso teve início após denúncias de organizadores de eventos e integrantes da comunidade LGBTI+ sobre irregularidades na execução do projeto “Caminhada da Diversidade LGBTI+”.

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