Política
O deputado federal e líder do PL, Sóstenes Cavalcante, solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) a inclusão da lobista Roberta Luchsinger no Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas (PROVITA). Roberta afirmou, em entrevista à CNN, no último sábado (17), que se algo acontecesse com ela ou com suas filhas, “a culpa seria do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)”.
“A empresária declarou que a fala do Presidente ‘colocou um X na sua testa’, expondo-a a um risco iminente. Conforme relatado pela própria vítima, esta situação representa um grave risco não apenas para a sua própria integridade, mas também para toda a sua família”, justifica Sóstenes no documento enviado ao procurador-geral Paulo Gonet.
Além disso, o parlamentar pediu a abertura de um Procedimento Investigatório Criminal para apurar os autores das ameaças à vítima e a seus familiares. A petição quer a apuração sobre eventuais crimes cometidos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por seu filho Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) e pelo líder do Governo no Senado, Camilo Santana (PT-CE).
A lobista, investigada pela Polícia Federal (PF) no escândalo de desvios do INSS, disse em entrevista à CNN Brasil, que fará uma delação premiada e não poupará nem o presidente Lula, nem Lulinha.
Roberta afirmou que sofre ameaças de morte e tentativas de intimidação. Ela acusou o presidente de mentir em rede nacional ao negar que seu filho tivesse se reunido com ministros. A lobista afirmou ainda que os encontros ocorreram “inúmeras vezes” e disse que o filho do presidente participava de reuniões com integrantes do governo.
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