Política

Líder do PL reage a veto de Motta a comissões: “Ilegal e antirregimental”

Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
Comissões importantes da Câmara, como Segurança Pública e Relações Exteriores, foram afetadas pela decisão de Motta  |   Bnews - Divulgação Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 22/07/2025, às 12h17



O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), reagiu ao veto  do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a reuniões de comissões da Casa Legislativa.

Ele chamou a decisão de “ilegal e antirregimental”, já que o presidente e o vice, Altineu Côrtes (PL-RJ) se encontram fora do país. Com isso, o presidente em exercício da Casa seria o segundo vice-presidente, Elmar Nascimento (União-BA).

O cancelamento por Motta aconteceu momentos antes do início da realização das sessões dos colegiados comandados pelo PL. A convocação para os encontros aconteceu durante o recesso parlamentar e foi uma reação às medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Veto às comissões

Motta vetou a realização das comissões até o início de agosto. Duas comissões - a de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (comandada pelo deputado Paulo Bilynskyj do PL-SP) e a de Relações Exteriores e Defesa Nacional ( chefiada por Filipe Barros  do PL-PR). - estavam marcadas para às 10h. 

Em uma coletiva de imprensa após a decisão de Motta, parlamentares do PL confirmaram que pretendem votar os requerimentos de moção de louvor a Bolsonaro, pautados para esta terça-feira (22), no retorno do recesso parlamentar.

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