Política
O ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) reagiu com indignação à operação deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (12), autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, que teve como alvo a sua ex-assessora.
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Segundo a coluna de Igor Gadelha do portal Metrópoles, Lira fez críticas à operação por ter sido realizada no dia do aniversário de Mariângela Fialek. A aliados, ele negou irregularidades e disse que indicar emendas não é crime.
O político lembrou que Mariângela, que atualmente está lotada na liderança do PP, é concursada da Casa e tem perfil “técnico”. Com indicação de Lira, ela ocupou cargos de conselheira fiscal da Codevasf e da Caixa Econômica Federal, onde atuou até abril de 2025.
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