Política

Luiz Caetano diz que Flávio Matos tenta se desassociar de Elinaldo por imagem ruim do prefeito

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Ao BNews Agora, Caetano ainda comentou sobre segurança pública, composição de chapa e outros temas  |   Bnews - Divulgação Divulgação

Publicado em 31/07/2024, às 13h11   Redação



Candidato do PT à Prefeitura de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, Luiz Caetano rebateu afirmações do prefeito Elinaldo Araújo (União) de que o petista "fala muito e não faz nada". 

Em entrevista nesta quarta-feira (31) ao BNews Agora, Caetano afirmou que a máxima se aplica ao atual gestor e não a ele. Ele disse que, por isso, Elinaldo tem uma grande desaprovação na cidade e o candidato dele, Flávio Matos (União), tenta se desassociar para não se prejudicar.

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"Eu não prometi hospital municipal, ele que prometeu, não fez e agora o candidato dele está fazendo promessa da promessa. Não prometi Maternidade de Camaçari, ele prometeu e foi o ex-governador Rui Costa que fez. É o contrário, tanto que o governo dele está desaprovado pela população. Parte do time dele acha que ele não deve participar da campanha, até cor de campanha o candidato já mudou, por causa da rejeição dele", alfinetou Caetano.

O candidato, que é também ex-prefeito, comentou ainda sobre a situação da segurança pública em Camaçari e falou o que pretende fazer na área. A cidade figura entre as mais violentas do Brasil.

"Primeira coisa é ter consciêcia do que é o combate à violencia, o que é segurança pública. Não é só dever estado, é da União, do município e da sociedade. Tenho que fazer segurança pública com estratégia, não só polícia na rua, com o esporte, com o social, com a cultura. É preciso que cada prefeito faça seu dever de casa", declarou ele.

A vice de Luiz Caetano será a pastora evangélica Dea Santos (PSB). Ele comentou sobre a escolha e garantiu que não houve rusga com nenhum partido do grupo por não ter sido colocado na chapa. 

"Ouvimos a todos, mas todos vão poder participar e todos se sentiram contemplados com a escolha. Conseguimos, com muita paciência, chegar a um consenso. Todos foram muito bem aceitos e todos estão juntos", pontuou.

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