Política
O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), chamou Flávio Bolsonaro (PL) de “ladrão” e disse que o senador só poderá participar do debate da TV Globo, marcado para sexta-feira (23), se apresentar um documento autorizando a quebra de seus sigilos.
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“Se ele apresentar um documento autorizando quebrar o sigilo vai ter debate, porque senão ele não pode ir ao debate. Porque um presidente da República não pode debater com ladrão”, declarou.
A declaração aconteceu, na última terça-feira (20), em um ato de campanha realizado na ponte sobre o Rio São Francisco, entre Juazeiro (BA) e Petrolina (PE). O governador Jerônimo Rodrigues (PT), do Piauí, Rafael Fonteles (PT), e o senador eleito Rui Costa (PT) participaram da mobilização.
No mesmo dia, a campanha do petista protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), uma autorização para a divulgação dos sigilos bancário, fiscal e telefônico de Lula e de seus familiares. Lula condicionou a liberação das informações que Flávio faça o mesmo em relação a si próprio e à sua família.
O documento prevê a liberação de sigilo dos últimos oito anos e a publicação dos dados no sistema DivulgaCandContas, do TSE, ou em outro site de acesso público. A medida para o presidente alcançaria também a primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, e seus cinco filhos. O desafio para Flávio inclui a esposa, Fernanda Bolsonaro, os pais, Jair e Rogéria Bolsonaro, e os irmãos Carlos, Eduardo e Jair Renan.
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