Política

Lula em Salvador: Presidente faz acenos a Rui Costa e promete RS 500 bilhões em investimentos

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O presidente Lula reafirma seu compromisso com a Bahia, prometendo R$ 112 bilhões e destacando a execução de R$ 52 bilhões.  |   Bnews - Divulgação BNews
Héber Araújo e Henrique Brinco

por Héber Araújo e Henrique Brinco

henrique.brinco@bnews.com.br

Publicado em 28/08/2026, às 17h03 - Atualizado às 17h04



O presidente Lula (PT) prometeu mais de R$ 500 bilhões em investimentos no Brasil durante um pronunciamento para jornalistas antes da caminhada ao lado de Jerônimo Rodrigues (PT) em Salvador. O chefe do Palácio do Planalto também fez acenos ao candidato ao Senado, Rui Costa (PT).

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"Aqui tem uma coisa importante na Bahia que é o seguinte, quem era o chefe da Casa Civil? Rui Costa. Quem organizou o PAC? Rui Costa, mas bem, o novo PAC da Bahia deve 112 bilhões de reais destinado para a Bahia. Desses 112 bilhões destinados para a Bahia, 52 bilhões já foram executados", ressaltou, no bairro da Liberdade, território de Rui..

"O dado concreto do Minha Casa Minha Vida, nós já fizemos 121 mil casas aqui e já entregamos 82 mil. Só para vocês verem, a nova empresa Brasil, aqui na Bahia, participaram, na verdade, 5.300 empresas apresentaram propostas. Nós investimos aqui nessas empresas R$ 26 bilhões", emendou Lula.

Lula ainda prometeu mais de R$ 500 bilhões em investimentos no novo mandato. "Nós vamos fazer mais investimentos, escolher os custos que vão permitir que o Brasil possa disputar tecnologia e ciência com a China, com os Estados Unidos. A gente não quer ficar nessa disputa de quem é mais rico. Não, o Brasil tem gente inteligente, o Brasil tem minerais críticos de terra rara como poucos países do mundo tem e a gente vai transformar essas obras minerais que a gente até então não explorava para que a gente possa desenvolver esse país", ressaltou.

"Os chineses estão aqui produzindo carro, a gente vai querer produzir carro, vai querer produzir bateria, a gente vai querer lutar e a gente quer fazer a revolução energética que o Brasil pode fazer", finalizou.

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