Política
O ministro Luís Roberto Barroso anunciou, na última quinta-feira (9), a sua aposentadoria antecipada. Com isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá indicar o novo relator dos casos da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).
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Segundo a jornalista Malu Gaspar de O Globo, com a ida de Edson Fachin para a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), ao menos 100 processos - muitos em sigilo -, da Operação Lava-Jato, que envolvem bloqueio de bens e pagamento de multa de delatores, passaram para Barroso. Com a saída de Barroso, Lula terá que indicar um substituto.
No entanto, uma manobra interna da Corte pode quebrar essa tradição da indicação pelo presidente da República e evitar que um ministro novato pegue os casos da Lava-Jato. O STF pode fazer uma redistribuição dos processos antes da definição do novo ministro. O entendimento da Corte, nesse cenário, é que pedidos urgentes não podem aguardar o sucessor.
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