Política
Publicado em 18/08/2024, às 13h58 Cadastrado por Lucas Pacheco
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou a assessores próximos que pretende discutir a sucessão do Banco Central com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Entretanto, a discussão deve ficar pra depois da votação das pautas econômicas.
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A expectativa é de que seja firmado um acordo com Pacheco e com os presidentes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Davi Alcolumbre (União-AP), e da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), Vanderlan Cardoso (PSD-GO), para que os nomes dos indicados seja aprovados em setembro, em um esforço concentrado do Senado.
Barganha
O nome do diretor de Política Monetária do BC, Gabriel Galípolo, segundo ailiados de Lula, não deve sofrer resistências no Senado. Mas as barganhas devem acontecer.
Segundo relatos, para passar sem problemas pela CCJ, Alcolumbre tentará, em troca, indicar nomes para metade das vagas das agências reguladoras. Já na CAE, a aprovação da PEC que amplia a autonomia do BC é a moeda de troca.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem participado das negociações com o Senado e que Lula deve mesmo indicar Galípolo para a presidênca do Banco Central, com quem o petista tem uma interlocução direta.
Além de Campos Neto, também deixarão os cargos os diretores Otavio Damaso (Regulação) e Carolina de Assis Barros (Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta). Com a indicação de Galípolo, uma terceira diretoria ficará vaga.
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