Política

Maduro acusa WhatsApp de “trabalho de espionagem” após imbróglios sobre eleição no país

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Presidente Nicolás Maduro fez a alegação durante uma reunião com o alto comando militar em Caracas  |   Bnews - Divulgação Arquivo

Publicado em 26/09/2024, às 21h04   Redação



O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou o WhatsApp de “trabalho de espionagem” em meio aos imbróglios sobre as eleições no país. Em uma reunião com o alto comando militar em Caracas, o mandatário alegou que a plataforma fez “espionagem entre o povo”. 

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“Eles usaram mecanismos como o WhatsApp, vocês sabem disso, o WhatsApp deu [à oposição] um trabalho de espionagem que vocês [Forças Armadas] certamente terão estudado”, cravou Maduro aos militares.

“É preciso estudar o trabalho de espionagem que o WhatsApp fez, espionagem entre o povo”, acrescentou o presidente, afirmando que a aplicação foi utilizada em uma “operação de terrorismo psicológico”, acrescentou. 

De acordo com o presidente venezuela, populares foram atacados com mensagens de ódio após a divulgação dos seus contatos nas redes sociais. Maduro acusa também o aplicativo de promover ações violentas contra o governo chavista. 

Nicolás Maduro foi reeleito presidente na Venezuela em 28 de julho de 2024. Mesmo diante da pressão mundial para a divulgação das atas eleitorais, até o momento, o mandatário não apresentou os documentos.

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