Política
Publicado em 02/08/2024, às 06h36 Rebeca Silva
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse na última quinta-feira (01) que está preparando duas prisões de segurança máxima para os manifestantes detidos durante os protestos que eclodiram após sua reeleição .
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“Estou preparando duas prisões que devem estar prontas em 15 dias, já estão sendo reparadas”, disse Maduro.
“Todos os guarimberos (manifestantes) vão para Tocorón e Tocuyito, prisões de segurança máxima”, acrescentou em relação a duas prisões que estiveram sob o controle de gangues criminosas durante anos, até serem ocupadas pelas autoridades no ano passado.
Mais de 1.000 pessoas foram detidas desde que eclodiram os protestos contra a reeleição de Maduro, que a oposição classificou como fraudulenta.
“Temos mais de 1.200 capturados e procuramos mais 1.000 e vamos capturar todos, porque foram treinados nos Estados Unidos, no Texas, na Colômbia, no Peru e no Chile”, disse o presidente em referência a pressão internacional por mais transparência no resultado das eleições.
Maduro também chamou os manifestantes de “terroristas”, “criminosos” e membros de “gangues de nova geração”, em comparação com as gangues do Haiti e centro-americanas.
“Eles queriam transformar a Venezuela em outro Haiti”, disse o presidente. “Há um longo caminho a percorrer, vão construir estradas”, acrescentou sobre a “reeducação” que será implementada nestas prisões.
Os protestos deixaram pelo menos 11 civis mortos, além de um soldado. A oposição estima que o número de mortes esteja em 16.
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