Política

Manoel Vitório reage a críticas da oposição na Alba e defende empréstimos: “Por que não fazer?”

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Em resposta à oposição, Vitório afirma que o endividamento da Bahia está em queda e é um dos menores do país.  |   Bnews - Divulgação Daniel Serrano / BNews
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 18/12/2025, às 19h05



O secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório, reagiu às críticas feitas pela oposição ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) aos pedidos de empréstimo feitos pelo petista à Casa Legislativa.

O último crédito, avaliado em R$ 720 milhões, foi aprovado na noite da última quarta-feira (17). Ao todo, o governo do Estado já fez 23 pedidos de empréstimo, totalizando R$ 27 bilhões.

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Em conversa com a imprensa durante um ato de assinatura de convênios que visa a execução de obras em municípios baianos, realizado nesta quinta-feira (18), na Alba, Vitório garante que o governo da Bahia segue atuando com responsabilidade ao solicitar operações de crédito. Ainda de acordo com o secretário, o endividamento do Estado vem caindo e já figura entre os menores do país.

“O Estado, como sempre, tem cuidado com suas finanças. Nós temos reduzido o nosso endividamento ao longo dos anos. Isso é um fato, não há como contestar esse fato. Então, o endividamento da Bahia, que já é um dos menores do país, vem reduzindo.  Para você ter uma ideia, os Estados que são chamados mais desenvolvidos, como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, eles têm uma dívida com a União de mais de R$ 100 bilhões, São Paulo mais de R$ 200 bilhões, a Bahia tem R$ 5 bilhões”, disse.

“Quem toma operação de crédito, quem tem crédito para tomar operação de crédito, quem tem crédito na praça, qualquer pessoa da população que banco não empresta, aqui não pode pagar. Ora, se nós podemos tomar uma operação de crédito e nós estamos com uma dívida decrescente, por que não fazer?”, questionou o Vitório.

“Esse discurso não atende ao interesse do povo baiano. Os dados estão disponíveis e demonstram que a dívida é decrescente”, concluiu o secretário.

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