Política

Marcus Presídio diz que deixa presidência do TCE com "sentimento de missão cumprida"

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O ex-presidente do TCE-BA, Marcus Presídio, falou sobre a gestão dele como presidente da Corte de Contas por quatro anos  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Arquivo
Carolina Papa e Davi Lemos

por Carolina Papa e Davi Lemos

davi.lemos@bnews.com.br

Publicado em 06/01/2026, às 17h45 - Atualizado às 17h52



O ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA), Marcus Presídio, disse que, após sua gestão à frente da Corte de Contas, deixa a presidência com "o sentimento é de missão cumprida". "Foram quatro anos de muito trabalho, de muita dedicação, de missão cumprida em todos os sentidos. O Tribunal de Contas abriu as portas, foi mais próximo da sociedade, do gestor, no sentido de ajudar na fiscalização das suas políticas públicas para ganhar a sociedade baiana e com isso contribuir para a melhoria do povo", disse Presídio, nesta terça-feira (6), durante a posse da nova Mesa Diretora para o biênio 2026-2027.

Sobre a gestão de Gildásio Penedo Filho, Presídio declarou: "Gildásio é um grande parceiro, foi meu vice-presidente, e todos nós entendemos que temos que ser mais úteis à sociedade baiana. O Tribunal de Contas, como eu falei agora, abriu as portas, as portas estão abertas para os juridicionados. Nós saímos de um caráter meramente punitivo, punitivo até de medo", disse Marcus Presídio ao citar que gestores chegaram a ter pânico do Tribunal. "Hoje nós nos colocamos como parceiros, no sentido de orientar. Punir, sim, quando estritamente necessário", destacou.

Marcus Presídio diz que o TCE deve continuar a fiscalização das grandes obras do governo estadual. "Com toda certeza [iremos continuar]. Por si só, o fato de ter contribuído para a assinatura no aditivo da Ponte de Salvador não acaba aí nosso trabalho. Continuamos já auditando em tempo real a obra. Se Deus quiser, vai sair, porque a sociedade baiana precisa, o Tribunal de Contas acredita nisso, sempre fiscalizando o erário".

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