Política

Marta Rodrigues critica falta de ônibus e cobra Bruno Reis: “Suspeita preocupante de boicote”

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Marta destaca que o transporte é um direito da população e não pode ser tratado como favor do prefeito  |   Bnews - Divulgação Arquivo / Bnews
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 25/10/2026, às 11h57



A vereadora Marta Rodrigues (PT) cobrou providências do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), para normalizar a circulação dos ônibus em Salvador, neste domingo (25), segundo turno das eleições.

De acordo com relatos de passageiros, os pontos de ônibus estão lotados e com filas de mais de 30 pessoas. Os coletivos estão demorando de passar, o que dificulta o deslocamento de eleitores aos locais de votação.

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“Está escancarado esse absurdo. A situação é tão grave que a redução do transporte levanta uma suspeita preocupante: a de que possa haver um boicote para dificultar que a população chegue às urnas. Se isso estiver acontecendo, estamos diante de uma atitude antidemocrática, que precisa ser apurada com todo o rigor. O prefeito Bruno Reis tem a obrigação de explicar imediatamente o que está acontecendo e garantir que os ônibus voltem a circular em quantidade suficiente. Não se pode admitir que a população tenha seu direito de ir e vir e de votar prejudicado”, afirmou Marta.

“Basta circular pela cidade para encontrar pontos lotados, pessoas esperando por muito tempo e dificuldade para conseguir um ônibus. Em um dia tão importante para a democracia, a população precisa ter garantido o direito de ir e vir e de exercer seu direito ao voto”, destacou a edil.

Marta cobrou que Bruno Reis apresente justificativas urgentes e explique por que os passageiros estão enfrentando essa situação.

“Transporte público não pode ser tratado como favor do prefeito. É um direito da população e uma obrigação do poder público. Não se pode anunciar investimentos, falar em novos ônibus e, na hora em que as pessoas mais precisam, deixar os passageiros esperando nos pontos. A cidade precisa de respostas e de providências imediatas, não de propaganda”, declarou.

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