Política
Publicado em 10/01/2025, às 07h36 - Atualizado às 07h37 Yuri Pastori
A Meta, que anunciou, na última terça-feira (7), que não irá mais checar informações em suas redes sociais com críticas indiretas ao Supremo Tribunal Federal (STF), teve um faturamento de R$ 195,6 milhões nas eleições municipais de 2024 com o impulsionamento de perfis e publicações de candidatos. Esse é o maior valor já faturado pela companhia. As informações são da coluna de Malu Gaspar de O Globo.
O impulsionamento de posts na rede social foi a principal despesa das campanhas em 2024, segundo a plataforma DivulgaCandContas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nas eleições de 2022 para deputado estadual, federal, senador, governador e presidente da República, o faturamento da Meta foi de R$ 129,3 milhões, e nas municipais de 2020, R$ 35,5 milhões.
Os números podem ser ainda maiores, já que se referem apenas ao Facebook e não incluem o Instagram. A lista do TSE inclui empresas fintechs intermediárias que recebem pagamentos por impulsionamentos e repassam para as plataformas e outras prestadoras estrangeiras, como a uruguaia dLocal, que recebeu R$ 76,3 milhões, e a holandesa Adyen, que aparece em terceiro com R$ 27,4 milhões.
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Em 2024, foi repetido um compromisso firmado em 2022 entre a Meta e o TSE que assinaram um memorando com o compromisso de adotar medidas contra a disseminação de fake news. Além disso, cooperar com o Centro Integrado de Enfrentamento à Desinformação e Defesa da Democracia (CIEDDE) criado pelo tribunal.
Assista ao programa Radar Bnews da última quinta-feira (9):
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