Política

Michelle Bolsonaro é alvo de representação criminal

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O documento aponta indícios do crime de peculato-desvio de finalidade dos recursos do Pátria Voluntária  |   Bnews - Divulgação Divulgação / PR
Rebeca Santos

por Rebeca Santos

Publicado em 15/10/2025, às 06h54



O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que investigue possíveis crimes contra a administração pública e atos de improbidade no programa Pátria Voluntária, criado em 2019 por Jair Bolsonaro e liderado pela ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

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O pedido veio após o PL, partido de Bolsonaro e Michelle, apresentar 15 projetos contra um decreto do presidente Lula que mudou a estrutura de seu gabinete para dar mais apoio às atividades públicas de sua esposa.

Na denúncia, Lindbergh disse que uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), feita a pedido do Congresso, “constatou que o programa operou sem amparo constitucional e legal, permitindo à Casa Civil gerir e destinar recursos financeiros privados arrecadados por meio de campanhas públicas, sem controle orçamentário, sem publicidade dos atos e sem critérios objetivos de seleção das entidades beneficiadas”.

O documento aponta indícios do crime de peculato-desvio de finalidade dos recursos do Pátria Voluntária, “oriundos de doações captadas em campanhas oficiais do Governo Federal, indicando beneficiários e direcionando valores a entidades específicas, sem lei que o autorizasse”.

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