Política

Michelle reage após polêmica sobre cozinheira de Bolsonaro ser paga pelo PL

Carolina Antunes/PR
Ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se manifestou através do Instagram  |   Bnews - Divulgação Carolina Antunes/PR
Carolina Papa

por Carolina Papa

carolina.papa@bnews.com.br

Publicado em 08/05/2026, às 16h34 - Atualizado às 16h35



A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, manifestou-se para negar que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) possui uma cozinheira paga pelo Partido Liberal (PL). Através do Instagram, a presidente do PL Mulher afirmou que a profissional, identificada como Rainê dos Santos, tem a ajudado fora do horário de expediente com a alimentação do ex-mandatário. 

Em resposta a uma matéria da coluna Igor Gadelha, do Metrópoles, Michelle Bolsonaro afirma que a sua fala e de seus assessores foram retirados de contextos e que a nova empreitada seria “prejudicar pessoas simples”. 

“Ela também trabalha para o partido, mas isso não a impede de ter outras atividades pós-trabalho. Ela vem me ajudar depois do seu horário de expediente e, assim como sempre fiz toda vez a que faz a contrato, pago a diária de serviço e o transporte dela com o meu dinheiro”, disse Michelle nesta sexta-feira (8).

A esposa de Jair Bolsonaro conta ainda que recorreu à cozinheira por estar com a mão direita imobilizada.

“A segurança alimentar de um ex-presidente que é perseguido e que já sofreu uma tentativa de assassinato deve ser obseravada. A cozinheira é de nossa confiança, trabalha conosco desde quando morávamos no Rio de Janeiro e, por isso, eu a contrato como minha ajudante sempre que preciso”, acrescentou.

De acordo com a coluna do Metrópoles, na prestação de contas do PL consta que a cozinheira já recebeu R$ 7,3 mil da sigla em 2026. No ano passado, ela recebeu cerca de R$ 69,4 mil.

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