Política
por Héber Araújo
Publicado em 25/04/2026, às 10h59
O Ministério das Mulheres emitiu, na sexta-feira (24), um comunicado onde repudiou as falas do assessor especial dos Estados Unidos, Paolo Zampolli. O conselheiro do presidente Donald Trump usou termos ofensivos para se referir a mulheres brasileiras, durante uma entrevista para a rede italiana RAI.
Zampolli afirmou, na ocasião, que as mulheres brasileiras estão “programadas para arrumar confusão”, ainda se referindo a elas como “raça maldita”. Em nota, o Ministério definiu as fala como misóginas e que incitam a violência contra a mulher.
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“O Ministério das Mulheres repudia veementemente a declaração contra meninas e mulheres brasileiras. A misoginia não constitui opinião. Trata-se de manifestação de ódio, aversão e incitação à violência, configurando prática criminosa. Nesse sentido, o ministério ressalta que o ódio contra meninas e mulheres não pode ser relativizado sob o argumento da liberdade de expressão”, diz a nota.
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Além de generalizar as declarações contra as mulheres brasileiras, Zampolli se referiu a ex-esposa, a modelo brasileira Amanda Ungaro, de 41 anos. Eles foram casados por cerca de 20 anos e juntos eles têm um filho. “É uma dessas p**tas brasileiras, essa raça maldita de brasileiras, são todas iguais”, disse a se referir a ex-mulher na entrevista.
Segundo o The New York Times, Ungaro e Zampolli travam uma disputa judicial pela guarda do filho. Ele ainda teria usado seus contatos dentro do governo Trump a fim de atingir a ex-companheira e o seu novo marido, um médico brasileiro, com acusações de que ela e seu novo cônjuge estariam cometendo fraudes e o exercício ilegal da medicina.
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