Política
por Bruna Rocha
Publicado em 10/08/2025, às 11h27
O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, rebateu as críticas dos Estados Unidos contra o presidente do país, Nicolás Maduro. O membro do governo usou a TV, nessa sexta-feira (8), para argumentar contra as acusações.
O comunicado ocorreu um dia após Trump dobrar a recompensa por informações que levem à prisão de Maduro para US$ 50 mil. O comandante das Forças Armadas venezuelanas classificou as declarações feitas pelo presidente americano e pela Justiça como "tolas".
Vladimir Padrino López também teve uma recompensa fixada pelos EUA por informações sobre ele, assim como Diosdado Cabello Rondón, ministro do Interior, Justiça e Paz.
Para o ministro, a ação dos EUA representa um desrespeito e uma bruta interferência no direito internacional e no princípio da autodeterminação dos povos, sendo "fantasiosas, ilegais e desesperadas, ao melhor estilo faroeste de Hollywood".
"O cinismo do governo americano não tem limites; querem nos dar lições de democracia quando seu próprio governo desrespeita sistematicamente suas próprias leis, governando arbitrária e caprichosamente", criticou.
López ainda negou as acusações feitas por Trump e alfinetou o país, dizendo que tem uma "sociedade decadente, em que milhares morrem diariamente por causa do consumo de drogas psicotrópicas" e sem ajuda, devido ao "sistema de saúde privado e excludente".
"Não descansaremos nem pouparemos esforços para desmontar a narrativa que o governo dos EUA usa sobre esse tema como arma política. Não somos chantageáveis nem aceitaremos insolentes ultimatos de potências estrangeiras", afirmou.
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