Política
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, declarou nula a determinação do Conselho Federal de Medicina (CFM) para que fosse instaurada uma sindicância para investigar uma suposta falta de atendimento médico ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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Em decisão proferida nesta quarta-feira (7), Moraes diz que é “flagrante a legalidade e a ausência de competência correicional do CFM em relação à Polícia Federal” e que há “claro desvio de finalidade na determinação, bem como total ignorância dos fatos”.
“Não houve, portanto, qualquer omissão ou inércia da equipe médica da Polícia Federal, que atuou correta e competentemente, conforme, inclusive, corroborado pelos exames médicos realizados no custodiado na data de hoje, no Hospital DF Star, que não apontaram nenhum problema ou sequela em relação ao ocorrido na madrugada do dia anterior”, escreveu Moraes.
Além disso, o ministro do STF determinou que a Polícia Federal (PF) colha depoimento do presidente do CFM em até 10 dias, para explicar a conduta do Conselho e apurar eventual responsabilidade criminal.
Moraes também ordenou que o diretor do Hospital DF Star encaminhe ao Supremo, em 24 horas, todos os exames e laudos médicos relativos aos procedimentos feitos por Bolsonaro nesta quarta-feira (7).
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