Política

Moraes comete erro de português em decisão que nega prisão preventiva Bolsonaro

Antonio Augusto/STF
O despacho de Moraes, que menciona a proibição de produção de conteúdo por Bolsonaro, contém um erro de português que chamou atenção.  |   Bnews - Divulgação Antonio Augusto/STF
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 24/07/2025, às 11h14 - Atualizado às 11h14



Em seu despacho que nega a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes cometeu um erro de português. 

No documento publicado no portal oficial do STF divulgada nesta quinta-feira (24), há um trecho que Moraes foi dar uma bronca em Bolsonaro e diz que caso haja a constatação de produção de conteúdo para as redes sociais — proibida pelas medidas impostas —, Bolsonaro estará passível à prisão preventiva.

"Como diversas vezes salientei na Presidência do TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, a JUSTIÇA É CEGA MAIS NÃO É TOLA!!!!!" , escreveu o ministro em negrito. O erro está no uso do advérbio de intensidade "mais", no lugar da conjunção adversativa "mas". 

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